Hey, Wait...
Não me recordo quando ouvi falar pela primeira vez do cartunista norueguês Jason. Mas a beleza do seu traço elegante e minimalista me chamou a atenção. Depois, ouvi falar que ele era tão bom contando histórias quanto era ilustrando-as... Decidi começar comprando Hey, Wait...

Até quando e o quanto o sentimento de culpa pode corroer a vida de alguém? Hey, Wait... (2001, Fantagraphics Books, 64 páginas, preto e branco) é uma história sobre a amizade e a tragédia que se abate sobre dois garotos, Jon e Bjorn, e o longo e doloroso processo de tentar levar a vida dia após dia assombrado pelos erros do passado. Contar mais que isso seria estragar a surpresa...!
A arte é simplesmente maravilhosa e as escolhas estilisticas do autor são interessantes: Os carros são pernas-de-pau e as pessoas que perderam a inocência são retratadas como zumbis. O ritmo da narrativa é perfeito com as páginas geralmente divididas em 6 quadrinhos. Apesar do tema sombrio, Jason consegue nos levar até o fim da jornada com maestria. Sem dúvida trata-se de uma das mais belas graphic novels criadas até hoje.

Até quando e o quanto o sentimento de culpa pode corroer a vida de alguém? Hey, Wait... (2001, Fantagraphics Books, 64 páginas, preto e branco) é uma história sobre a amizade e a tragédia que se abate sobre dois garotos, Jon e Bjorn, e o longo e doloroso processo de tentar levar a vida dia após dia assombrado pelos erros do passado. Contar mais que isso seria estragar a surpresa...!
A arte é simplesmente maravilhosa e as escolhas estilisticas do autor são interessantes: Os carros são pernas-de-pau e as pessoas que perderam a inocência são retratadas como zumbis. O ritmo da narrativa é perfeito com as páginas geralmente divididas em 6 quadrinhos. Apesar do tema sombrio, Jason consegue nos levar até o fim da jornada com maestria. Sem dúvida trata-se de uma das mais belas graphic novels criadas até hoje.
Ilustrador e designer, Carlos Araujo vive com a mulher e duas aranhas de estimação num
apartamento
tão grande que ( às vezes) eles se perdem lá dentro.

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