Homens do Amanhã: Geeks, Gângsteres e o Nascimento do Gibis.
Eu gosto de histórias sobre gângsteres e a máfia. O único seriado da TV que acompanho é A Família Soprano e a lista dos meus filmes preferidos inclui títulos como O Poderoso Chefão, Os Bons Companheiros, Cassino...
Por essa razão, Homens do Amanhã: Geeks, Gângsteres e o Nascimento do Gibis, de Geard Jones (Conrad, 2006) me pareceu irresistível - Tomando como ponto de central a luta pelos direitos sobre o Super-homem - Jones nos mostra como a origem da indústria de quadrinhos esteve intimamente ligada à negócios sujos e ilegais.

Talvez tenha sido isso o que me intrigou (e ainda intriga) a respeito desse livro. Juntamente com o nascimento de vários super-heróis famosos temos histórias de picaretas e malandros, contos sobre injustiça e decepção, alguns deles tão enojantes que me pergunto como um leitor que não conhece nada de quadrinhos pode passar a enxergar a revista de super-herói na banca mais próxima...
É curioso ver a ingenuidade geek de jovens artistas caminhar lado a lado com a implacável esperteza de empresários e malandros e isso - de alguma forma - criar um tipo de entretenimento tão amado quanto difamado.
Para os leitores fãs de quadrinhos, apesar de não trazer muitas novidades, o livro é interessante e contém uma ou outra informação que certamente irá surpreender os menos avisados.
No fim, fica o aviso: Nunca deixe que alguém o convença de que seu trabalho não vale muita coisa (no caso de Siegel e Shuster) e nunca aceite um trabalho como se estivessem oferecendo um favor a você (infelizmente o caso do talentoso Bill Finger). Os picaretas estão onde menos se espera...
Por essa razão, Homens do Amanhã: Geeks, Gângsteres e o Nascimento do Gibis, de Geard Jones (Conrad, 2006) me pareceu irresistível - Tomando como ponto de central a luta pelos direitos sobre o Super-homem - Jones nos mostra como a origem da indústria de quadrinhos esteve intimamente ligada à negócios sujos e ilegais.

Talvez tenha sido isso o que me intrigou (e ainda intriga) a respeito desse livro. Juntamente com o nascimento de vários super-heróis famosos temos histórias de picaretas e malandros, contos sobre injustiça e decepção, alguns deles tão enojantes que me pergunto como um leitor que não conhece nada de quadrinhos pode passar a enxergar a revista de super-herói na banca mais próxima...
É curioso ver a ingenuidade geek de jovens artistas caminhar lado a lado com a implacável esperteza de empresários e malandros e isso - de alguma forma - criar um tipo de entretenimento tão amado quanto difamado.
Para os leitores fãs de quadrinhos, apesar de não trazer muitas novidades, o livro é interessante e contém uma ou outra informação que certamente irá surpreender os menos avisados.
No fim, fica o aviso: Nunca deixe que alguém o convença de que seu trabalho não vale muita coisa (no caso de Siegel e Shuster) e nunca aceite um trabalho como se estivessem oferecendo um favor a você (infelizmente o caso do talentoso Bill Finger). Os picaretas estão onde menos se espera...
Ilustrador e designer, Carlos Araujo vive com a mulher e duas aranhas de estimação num
apartamento
tão grande que ( às vezes) eles se perdem lá dentro.

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